A Princesinha - Frances Hodgson Burnett | Resenha

A princesinha foi um livro que me prendeu do começo ao fim. Tanto por sua excelente narrativa, como pela comovente estória. Provavelmente a maioria já conhece a estória por meio do filme que se tornou bem conhecido. Como já faz muito tempo que assisti a esse filme, não posso disser com certeza se ele é fiel ao livro, mas posso dizer que ambos são muito comoventes.

Aos sete anos de idade, Sara Crewe, uma menina muito rica que fora criada somente pelo pai após a morte da mãe, teve que ser deixada em um colégio interno de Londres, enquanto seu pai desenvolvia negócios na Índia. Nesse colégio, Sara foi tratada como uma verdadeira princesa até que uma circunstância inesperada causou uma reviravolta em sua vida, transformando-a de princesa a gata borralheira. Nesse momento difícil, Sara encontra consolo em sua fértil imaginação e nas amigas que conquistou.
Tanto nos momentos bons como nos momentos ruins, Sara  nos dá uma lição de humildade, generosidade e bravura, e mostra o que realmente significa ser uma princesa.
A narrativa como falei no início, é excelente, com palavras perfeitamente escolhidas que nos transportam diretamente para a imaginação de Sara, além de ser muito rica em detalhes. É uma leitura super agradável, e se eu tivesse que descrever esse livro em uma palavra eu diria: Encantador.
Então aqui vai o Trailer do filme para os que não conhecem ou querem relembrar.


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7 comentários:

Thalinne disse...

Esse livro é mesmo muito encantador.
O filme não é totalmente fiel ao livro não. Nele, o pai de Sara a deixa no internato pra ir a uma guerra. E o final da história é diferente também. Mas ainda assim o filme é otimo!

Bruna Tavares disse...

Eu lembro que gostava muito desse filme, mas já faz muito tempo que não assisto. Preciso revê-lo.
B-jus

Adriana T disse...

Não vejo a hora de ler.

Roberta Crispim disse...

Lembro desse filme e o assiti inúmeras vezes. Contudo, embora nunca tenha lido o livro, afirmo que não se pode exigir fidelidade de uma adaptação cinematográfica de uma obra literária, considerando que tratam-se de linguagens completamente distintas, muito embora ambas sejam narrativas.Por mais que o cinema possa resumir páginas e páginas em uma única sequência de imagens, há detalhes na literatura que não são possíveis de se ver em cena. Acredito que o que podemos buscar nas adaptações cinematográficas é a essência da obra original e não sua simples transposição para as telas. Não podemos esquecer que cinema é cinema e literatura é literatura! Espero que vc ñ leve a mal o meu comentário, pois só estou tentando contribuir, uma vez que estudei adaptação cinematográfica em minha dissertação de mestrado! Abraços e parabéns pelo blog! ^^

Bruna Tavares disse...

Olá Roberta,
Agradeço sua visita e comentário, fico realmente feliz por você ter expressado sua opinião.
Concordo que não se pode exigir fidelidade de uma adaptação cinematográfica de um livro, e jamais afirmei o contrário.
Não é possível que um filme seja igual ao livro, pois como você disse, cinema é cinema e literatura é literatura.
Mas, como não acho que ser fiel signifique ser igual ao livro, acho sim que é possível, embora em raras ocasiões, um filme ser fiel ao livro.
Se o roteiro do filme se ater ao enredo do livro tanto quanto possível para um filme, levando-se em conta todas as limitações do cinema se comparado a um livro, então acho, na minha indouta opinião, que esse filme pode ser considerado fiel ao livro.
Mas, realmente, não considero isso um requisito para que o filme seja bom, e nem costumo esperar isso de um filme. O importante mesmo é que ele consiga captar a essência do livro como você disse.
Beijos

Jornal Tiago disse...

Não sou muito vidrado nesse filme mas, até que é bem feito.
Na verdade, achei esse blog por acaso e achei muito maneiro. Parabéns! Estou passando a segui-lo agora.

Bruna:) disse...

Adorei a dica, entrou pra lista de desejados! ;)

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